“A Música De Rua É Um Respiro Do Ruído De Madrid”

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“É uma pausa, um respiro do ruído da cidade”, diz Johnny; “se removem a música das ruas, Madrid, de imediato não seria Madrid”. Ao teu lado, Eddie assente e com sotaque francês explica que está parado e com uma criancinha de 6 anos”, o que eu tenho que conceder de consumir”.

Não a todo o momento viveu de música e, nesta ocasião, diz, sorridente, “volta a ser minha profissão”. Se o tomam como um trabalho, “uma maneira de encontrar a existência”, conta Johnny. Ele leva 7 anos tocando pela rodovia e teu habitat natural é o bairro de Lavapiés.

Flamengo e rock andaluz saem das cordas de tua guitarra e está convencido de que as pessoas “você é fantástico” ouvir música na rua. “Em Tirso de Molina se aproximam as senhoras a me expressar da alegria que lhe dou pra praça”, conta.

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Também, oferece que a música pela via “remove você de ser um criminoso, é bem mais proveitoso e cívico que furtar”. As pessoas é solidária, “mais do que você espera”, dizem os dois. Também o é pra Ruth, que com tua cadela e tua flauta se passa 8 horas por dia pela via. Ficou desempregado há 4 anos e meio, todavia o currículo não lhe ausência. É transportador, fala inglês, francês e italiano, e trabalhou de todo: como teleoperadora, cuidando de idosos ou pela França, pela época da colheita.

Mas, algumas vezes, estes trabalhos temporários não saem, e a Ruth não lhe resta mais remédio que sair pra avenida com a música e tua cadela como fiéis companheiros. Há tantos motivos para sair à via a tocar músicos, como se podes localizar uma tarde de agosto, entre a plaza de Callao e do Palácio Real.

Javier o faz “pra compensar e para realizar” e o aparelho que escolheu chama a atenção. Em um canto da avenida Arenal, acompanhado por sua harpa, explica que necessita ensaiar entre oito e 10 horas de cada dia. “Na minha residência eu não quero incomodar e um recinto de ensaio me custa dez euros por hora.

Não posso permitir, dessa forma que saio pra avenida”. Lá, entre os que vão e vêm da plaza de Oriente, perde o pânico do palco. “As pessoas te julgam e, ademais, você pode recolher um dinheiro”. Por volta de cem euros se o dia correu bem e se distorce, a metade.